Um grupo de jovens teria atacado pelo menos quatro vezes, na noite desse domingo (24/5), um hospital na República Democrática do Congo. O objetivo seria reaver dois corpos de vítimas do vírus ebola para suas famílias.
A polícia local precisou disparar tiros para o ar para dispersar a multidão enfurecida, segundo a mídia internacional, no Hospital Geral de Mongwalu. Um dos corpos é de um padre, líder religioso conhecido na comunidade local.
Voluntários da Cruz Vermelha estão fazendo enterros seguros sob proteção policial para impedir a propagação do vírus. Mesmo assim, três deles morreram com o vírus. Ritos funerários tradicionais representam grande parte das transmissões.
O corpo de uma vítima do vírus ebola é altamente contagioso, pois o micro-organismo continua vivo e se multiplica nos tecidos e fluidos corporais. A contaminação ocorre pelo contato direto com o sangue, secreções ou pele lesionada.









