Deputado federal defende ampliação dos programas e mostra como recursos destinados à permanência escolar também geram renda para famílias e movimentam a economia de Alagoas
Rafael Brito levou para as ruas do Jacintinho, nesta sexta-feira (11), uma pauta que une educação e economia, o impacto dos recursos do Cartão Escola 10 e do Pé-de-Meia no comércio de Alagoas. Durante caminhada pelas principais ruas do bairro, o deputado federal, candidato a reeleição, conversou com comerciantes, moradores e estudantes e destacou como o dinheiro pago aos jovens também retorna para a economia local.
Para Rafael, os programas de incentivo à permanência escolar cumprem uma função que vai além de manter o estudante na sala de aula. Ao garantir renda diretamente para os jovens, os benefícios fortalecem o orçamento das famílias e fazem o dinheiro circular em pequenos comércios, lojas, lanchonetes e demais estabelecimentos dos bairros.
“Todas as vezes que encontro um jovem beneficiado pelos incentivos à permanência escolar, a afirmação é a mesma, com o dinheiro das bolsas, ele compra roupas, tênis, presenteia a família e ajuda nas despesas de casa. Esse dinheiro não fica parado. Ele circula no mercadinho, na loja de bijuterias, na butique, na lanchonete. É educação, mas também é renda, consumo e desenvolvimento econômico”, afirmou Rafael.
Em Maceió, 23.616 estudantes são beneficiários do Cartão Escola 10 e outros 17.238 recebem o Pé-de-Meia. Em todo o estado, são 132.868 estudantes atendidos pelo Escola 10 e 97.653 pelo programa federal. Juntos, os dois programas representam uma injeção de aproximadamente R$ 445 milhões por ano na economia alagoana, recursos que chegam diretamente aos estudantes e às suas famílias e ajudam a movimentar o comércio local.

O deputado alagoano, que é líder da educação na Câmara dos Deputados defende que esse efeito econômico precisa ser considerado na formulação das políticas públicas. “Quando o jovem permanece na escola, quem ganha é ele, a família e toda a sociedade. E quando esse recurso chega na mão do estudante, ele movimenta o comércio do bairro, ajuda o pequeno empreendedor e gera renda. É uma política pública que produz resultado na educação e também na economia”, reforçou.

Por Assessoria











