O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro declarou neste domingo (27), que a campanha de disseminação de notícias falsas associando adversários à remoção de Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil contou com auxílio de integrantes internos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
A declaração ocorreu após decisão judicial desfavorável proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, que, segundo o parlamentar, chancela práticas de desinformação atribuídas a aliados do Partido dos Trabalhadores.
Segundo o parlamentar, a articulação de perfis falsos iniciou-se dias antes da repercussão pública e obteve capilaridade a partir da colaboração de agentes dentro da instituição eclesiástica. A defesa jurídica do grupo político associado ao senador já mapeou a estrutura de difusão de conteúdo e planeja o protocolo de ações legais.
Ele revelou que as próximas etapas do processo incluem o ajuizamento de pedidos formais de responsabilização por crimes eleitorais e ações de reparação cível contra os perfis e os envolvidos identificados na rede de compartilhamento das postagens.
G1













